Certamente foi pouco tempo que fiquei em Fortaleza. Seis meses.
Fui em aldeia indígena no meio da noite, fui a um baile na periferia da cidade! Muita gente, muita gente de todo tipo! Forró era o que mandava, mulher dançando com mulher, homem dançando com mulher...
Aracati, Aldeota, outras praias, não lembro os nomes. Conheci uma família de escultores de madeira, só primo, tio, irmão, gente boa.
Fui a muitos lugares, entrei no sertão, vi casas com gente morando! No meio do nada. Casas com a caiação branquinha. Arrumada, limpas, foto antiga da avó na parede, talvez foto da bisavó...
Construções feitas para atender comunidades. Lindas! Acabamento rústico porém funcionais. E como!
Eu vi.
Vi escolas simples, com chão de barro, querendo ter enciclopédia para ofertarem alguma informação para seus alunos...
Vi projeto de criação de camarão com o apoio do governo...
Deliciosos por sinal.
Hotéis maravilhosos! Festa na rua, festa comunitária da periferia, festa do vizinho que nunca acabava!
Foi muito bom.
Porém a grana acabou. Estava acabando... Tinha acabado.
Então fazer o que?
Voltar pra Campinas.
Comer novamente o salpicão da minha mãe! Cuscuz de sardinha! Pizza de sardinha...
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